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Home Opinião Alari Romariz Torres
UNS VÃO, OUTROS CHEGAM

E A VIDA CONTINUA

resumopolitico by resumopolitico
25 de novembro de 2022
in Alari Romariz Torres, Destaque
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Quanto mais o tempo passa, mais aprendemos lições da vida. Tristezas, alegrias, lembranças, saudades dos entes queridos.
Vivemos atualmente num mundo diferente, repleto de tecnologia. No telefone, você fala olhando para a pessoa que está longe ou perto. O celular só falta falar; há mecanismos para tudo. Dificilmente, conseguimos viver sem ele. Crianças, de quatro, cinco anos, já sabem usar a maquininha. Se chegarmos num consultório médico, as pessoas mal se cumprimentam. Todas estão usando o tal celular. Impressionante, ver casais de namorados em bares e restaurantes ligados no telefone. Acabou-se o romantismo do nosso tempo, com beijos e agarradinhos.
A televisão é outro aparelho que nos liga ao mundo. A programação é vasta, tem tv aberta, tv fechada, jogos, filmes, shows. Não precisa sair de casa para ver e saber tudo que se passa no lá fora. Difícil é controlar o horário das crianças usarem tal tecnologia.
Não perde, entretanto, a beleza, a vida em família, com perdas e ganhos. Por exemplo, estamos eu e Rubião, em Petrolina, Pernambuco, às margens do Velho Chico, na casa de Ana Rúbia, a filha mais velha. Somos tratados com muito carinho, muito amor, bastante frutas e verduras. Tudo muito bom, muito gostoso. E graças à tecnologia, falamos com o resto da família. O novo e o velho se confundem.
Nasci em 1941, tive um pai maravilhoso, que criou oito filhos com carinho, amor e sabedoria. Conto para netos e bisnetos como tive uma infância feliz, convivendo com rádios e jornais. Não havia televisão, nem celular. Mas corríamos na praia, íamos ao cinema, tínhamos escolas públicas de primeira qualidade. Aprendíamos muito cedo a ler e escrever com facilidade. Escrevíamos as palavras inteiras, sem as abreviaturas horrorosas que vemos hoje na internet. Era uma vida boa, natural! Éramos felizes e não sabíamos.
Na adolescência, entre 1950 e 1960, ainda havia festas nos clubes da cidade. Íamos aos bailes acompanhados de pais ou irmãos. Atualmente são festas enormes, no meio da rua, com milhares de pessoas, e, de vez em quando, ocorrem tumultos e jovens morrem no calor da multidão.
Os namoros do nosso tempo eram menos avançados. A noiva se preservava para o noivo até a data do casamento. De repente, surgia uma noiva grávida. “Tocava horror”, como se diz no Exército, e o casamento acontecia. Aqui, acolá, o noivo fugia e a moça criava o filho, sozinha ou com a ajuda dos pais. Eram exceções à regra normal.
Muitas vezes, os rapazes saíam para estudar fora e as moças ficavam esperando por eles. O sabidinho nem sempre voltava e o namoro era rompido. Havia casos interessantes e, muitas vezes, tristes. Certa feita, no dia do casamento, apareceu uma visita surpresa: a esposa e os filhos do noivo enrolado. Conheci casos de noivas que não casaram mais. Morreram solteiras.
Atualmente, os namoros começam pelo fim. Existe a relação estável, onde não é preciso casar para viver juntos. As experiências são muitas e nem sempre positivas.
O estudo foi modificado. Existe um vestibular chamado ENEM, que leva os estudantes para fora de seu Estado e nem todos têm o direito de fazer um curso superior. Houve a intenção de generalizar o estudo, mas o povo pobre não acompanha tanta mudança.
Do alto de meus oitenta e um anos, alcanço coisas boas e ruins. Nem todos têm acesso à tecnologia e a camada da população pobre sofre muito. O estudo “on line” cresceu muito depois da pandemia, facilitou a vida de estudantes das classes média e alta. As classes mais baixas não conseguem comprar um computador ou smartphone.
Então, leitores amigos, com tantas mudanças e dependendo da ajuda do governo, ainda acho melhor o tempo em que o vestibular era feito em cada Estado e a escola pública era muito boa.
Precisamos administrar as mudanças e tentar levar a vida de acordo com as leis vigentes.
Deus existe. Não Duvidem!

Alari Romariz Torres 
É aposentada da Assembleia Legislativa

“as opiniões emitidas por nossos colaboradores, não refletem, necessariamente, a opinião do site”
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Atuando na imprensa brasileira por mais de 50 anos o jornalista PEDRO OLIVEIRA, cronista político respeitado por suas opiniões independentes e sua atuação sistemática em defesa da moralidade e da legalidade no campo da gestão pública é o editor principal deste blog de notícias.

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