Lava Jato, a farsa

(BRASÍLIA) – O presidente Lula estava condenado desde o primeiro momento em que se iniciou o processo da Operação Lava Jato.Com um enredo de filme de terror, sob a nefasta liderança do ex-juiz Sergio Moro e do ex-procurador Deltan Dallangnol, havia o objetivo calculado, tramado, com uma capa de “moralidade salvadora”, mas o que existia era um plano de poder, nascido da mente doentia, dessas duas figuras excrescentes e que felizmente não deu certo.
Na decisão em que anulou provas usadas pela Lava Jato, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou duramente a operação e seus integrantes.
O magistrado disse que os investigadores forjaram provas e que os processos acabaram levando inocentes à prisão e causando a destruição de tecnologias nacionais e empresas.
Lava Jato, a farsa II

(BRASÍLIA) – Um dos trechos mais pesados na decisão do ministro Dias Toffoli, ressalta o rastro criminoso liderado por Sergio Moro e Deltan Dallangnol, ao afirmar:
“E pior, destruíram tecnologias nacionais, empresas, empregos e patrimônios públicos e privados”, declarou. “Atingiram vidas, ceifadas por tumores adquiridos, acidentes vascular cerebral e ataques cardíacos, um deles em plena audiência, entre outras consequências físicas e mentais”, completou.
A operação se utilizou de um “cover-up” [uma figura, um pretexto] de combate à corrupção, com o intuito de levar um líder político às grades, com parcialidade e, em conluio, forjando-se “provas”.
Fumaça Branca

(BRASÍLIA) Após intensas negociações que vinham ocorrendo há meses e marcam a entrada do partido Republicanos e do Partido Progressista (PP) -, este último tendo como principal expoente o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) – no primeiro escalão do governo. André Fufuca assume o lugar de Ana Moser, enquanto Silvio Costa Filho sucede a Márcio França (PSB), que assumirá uma nova pasta a ser criada, batizada de Ministério das Micro e Pequenas
Empresas. Republicanos e PP estão entre as maiores bancadas parlamentares na Câmara dos Deputados, onde o governo busca consolidar uma base de apoio para aprovação de projetos. O anúncio foi comemorado, após a “fumaça branca” surgir na chaminé do Palácio do Planalto.
Toffoli, o perdão

(BRASÍLIA) Para a grande imprensa brasileira a decisão do ministro Dias Toffoli que anulou as provas do acordo de leniência da Odebrecht tem sua origem em janeiro de 2019, quando o presidente Lula, preso em Curitiba, pediu autorização para ir a São Paulo enterrar o seu irmão, Vavá. O ministro, a quem cabia decidir, passou longas horas em silêncio. Quando o ministro decidiu, impondo várias e complicadas condições logísticas, Lula decidiu não aceitar e guardou essa mágoa no peito. Desde então Toffoli, que foi nomeado por Lula, para o STF em 2009, tem procurado uma reaproximação com o presidente.
Os prêmios, os mesmos

Por estes dias, aguardando ser atendido em um consultório médico, folheei uma revista, dessas que estão sempre em salas e recepção. Uma publicação até bem-feita, gráfica e editorialmente, aí me deparei com um fato que não me surpreendeu. A escolha dos melhores de cada ramo de serviços e comércio, escolhidos e anunciados pela publicação, com um detalhe: a totalidade dos agraciados são anunciantes da revista. Não é um fato isolado, pois a maioria dos prêmios hoje em dia não são por conquistas, mas por “aquisição”.
O Brasil voltou

(BRASILIA) O presidente Lula (PT) participou do desfile cívico de 7 de setembro em Brasília, seu primeiro após o governo de Jair Bolsonaro (PL) e oito meses após os ataques golpistas de 8 de janeiro. Com o mote de união, democracia e soberania, o mandatário procurou desmilitarizar a cerimônia, e trazer a questão da pacificação do país. Um dos objetivos foi buscar associar as Forças Armadas com democracia, após meses de desconfiança devido à aproximação da cúpula militar com o bolsonarismo e mesmo as suspeitas relativas ao vandalismo nos três Poderes. Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão realizado na quarta-feira (6), pediu que a data ocorresse “sem ódio” e afirmou que é possível viver superando as divergências. A solenidade transcorreu na mais perfeita paz e o Brasil voltou a ser feliz.
Ausência sentida

A ausência do presidente da Câmara, Arthur Lira, no palanque das autoridades, no desfile de 7 de setembro, foi o fato mais comentado nas rodas políticas de Brasília. Lira justificou que tinha algumas agendas em Alagoas e não pode comparecer . Compareceram ao ato a presidente STF , Rosa Weber e também o presidente do Senado Rodrigo Peixoto, além de ministros e chefes das Forças Armadas .
Especulou-se que Lira estaria incomodado com algumas ações do Palácio do Planalto.







