Há muito tempo pessoas aposentadas resolveram morar em cidades pequenas. Fugiram, então, do barulho, do trânsito complicado e do burburinho da cidade grande. É o nosso caso. Há vinte e cinco anos, construímos uma casa em Paripueira, cidade litorânea que fica perto da capital.
Paralelamente a tal fato, criaturas começam a construir casas de festas, sem obedecerem à Lei do Silêncio, incomodando os vizinhos moradores no local. Recentemente, na junção do Condomínio Atlântico Norte e do Condomínio Rio Mar, um moço resolveu construir uma casa para alugar e permitir que os inquilinos promovam festas com sons altíssimos.
A tal casa é bem ligada à nossa. A partir de sexta-feira, ninguém conversa na varanda do meu imóvel ou ouve TV. É uma gritaria sem limites. Já reclamamos aos porteiros do condomínio vizinho e nada foi resolvido. Comunicamos oficialmente ao síndico do Rio Mar e à diretoria do Atlântico Norte. Desse último recebemos uma longa nota oficial, mas nada foi resolvido.
Pretendemos resolver o caso amigavelmente, pois o próximo passo é chamar a Polícia no meio da festa. No entanto, é muito ruim chegar um carro da Polícia Militar num condomínio de alto nível.
Seria de bom tom que o dono, segundo nos foi informado, é um Gerente da Caixa Econômica, fizesse o determinado pela lei, isto é, proteger as paredes com isopor, fechasse o ambiente da festa e colocasse ar condicionado.
Caso isto não aconteça, estamos pedindo, de público, à Prefeitura de Paripueira que fiscalize as casas alugadas para festas barulhentas. É preciso exigir que os proprietários respeitem a Lei do Silêncio.
Em nosso condomínio já lutamos por vários anos com casas promotoras de festas ruidosas. Contamos com o apoio da diretoria e após insistentes tentativas, o problema foi resolvido. No caso do Rio Mar, tudo foi diferente.
Se a Prefeitura não conseguir sanar tais inconvenientes, entraremos em contato com o Ministério Público, a Polícia Civil e a Polícia Militar. Insisto, tentaremos resolver o problema de maneira amigável.
Somos dois idosos de oitenta e três anos, moramos numa ampla casa e precisamos ser respeitados. Não é justo que uma pessoa queira obter lucro com o aluguel de seu imóvel e não pense nas leis a serem obedecidas.
Foram construídos dois imóveis entre os condomínios e um deles é alugado para veraneio, com direito a realizar festas ruidosas. Com tal atitude, incomoda os residentes dos dois condomínios.
Graças a Deus, no residencial onde moramos não entram caixas grandes de som, os conhecidos “paredões”. Houve vários casos nestes vinte e cinco anos de morada no Atlântico Norte, entretanto foram sanados. Algumas pessoas aqui residentes reclamam de vizinhos que colocam som alto nos fins de semana, mas creio que a diretoria tenta resolver tudo no diálogo.
Outro fato digno de nota: em nosso condomínio é proibido estabelecer casas comerciais, pousadas, etc… No Rio Mar, o proprietário do imóvel situado no fundo do condomínio, vizinho ao Atlântico Norte, vai instalar uma padaria. Não sei se lá é proibido, mas o incômodo também será grande. Por onde vão entrar os caminhões de entrega? O espaço livre do imóvel é pequeno.
Repito: Tudo que escrevo nos meus artigos é público. Então reforço meu apelo à Prefeitura de Paripueira: Fiscalize as casas de festas ou as alugadas para o mesmo fim. Elas precisam evitar o barulho além do normal para não incomodar os vizinhos.
Peço ao cidadão que quer lucrar com festas barulhentas: Lembre-se de que seus inquilinos veraneiam numa comunidade. Nela residem pessoas que necessitam de sossego.
Um conselho de amiga: Evite que a Polícia chegue na sua casa em plena festa e incomode seus inquilinos.
RESPEITEM A LEI DO SILÊNCIO!
A diferença entre átomo e fóton: a Luz e o mistério do escuro
Quando perguntamos por que a luz é medida em lumens e não em átomos, estamos tocando numa fronteira essencial da...







