Pena rigorosa

BRASÍLIA) – Esta semana eu ouvia de um amigo, aqui em Brasília, especialista em direito penal, com grande atuação nas Cortes superiores, com trânsito íntimo com a maioria dos ministros, “não existe qualquer possibilidade de uma pena branda para Jair Bolsonaro, como o principal mentor do golpe, quando os coadjuvantes alguns tiveram pena de 17 anos de prisão. As provas são de uma robustez bastante sólida. E cravou…28 anos.
Luiz Otávio

O destacado empresário Luiz Otavio Gomes, proferiu palestra na aula inaugural do curso de pós-graduação em Planejamento Estratégico e Curso de em Política e Estratégia CEPE 2025, da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, ADESG/AL. Altamente capacitado e reconhecido nacionalmente como grande estrategista de negócios, a conferência lotou o auditório do Tribunal de Contas do Estado.
Senadora Eudócia

Após assumir a vaga do tranquilo senador Rodrigo Cunha, hoje repousando de vice do prefeito JHC, doutora Eudócia Caldas mudou o tom e o compasso do seu gabinete, agora em constante efervescência. Se destaca nas comissões, está presente e “visível” no plenário e faz maratona na Esplanada dos Ministérios, buscando recursos e atenção para Alagoas. Quem sabe toma gosto para ficar em Brasília?
Bolsonaro, um delinquente

Exemplos de como o Estado pode criar delinquentes políticos: 1 – Se o Exército tivesse punido Bolsonaro pelos seus atos terroristas enquanto era militar, tudo poderia ter sido diferente. Ao invés disso ele foi aposentado aos 33 anos; 2 – O povo do Rio de Janeiro elegeu e reelegeu Bolsonaro por quase 30 anos! Um mau político, inexpressivo, medíocre e sempre um defensor da ditadura. Se o povo tivesse tido um pouco de consciência esse sujeito teria sido esquecido e por último, 3 – Bolsonaro perdeu no primeiro turno das eleições, perdeu no segundo turno e ainda tentou um golpe com apoio de empresários, Agro, militares e de seus seguidores.
Ficha limpa e competência

O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado Alfredo Gaspar, destacou, durante a leitura do plano de trabalho, seu compromisso com a verdade e a independência do trabalho que conduzirá nos próximos 180 dias.
“Sou de direita com muito orgulho. Tenho uma história limpa, decente e de trabalho pela justiça. Passei 24 anos no Ministério Público e, graças a Deus, tive a oportunidade de entrar e sair pela porta da frente. Não estou aqui para proteger ou perseguir ninguém, mas para cumprir o rito da investigação”, afirmou.
Além de queda, coice

Não é intenção do ministro Renan Filho, acabar com as autoescolas, que poderão continuar preparando candidatos ao concurso de habilitação, o que é até mais eficaz, com instrutores e equipamentos e métodos adequados, eficientes. Agora, quem não pode pagar, não será privado da condição. O ministro recebeu apoio até da oposição, para implantação da medida. Alguns deputados já preparam até uma emenda, para a proposta: que os exames médicos para a carteira de motorista possam ser feitos pelo SUS.
Redução da Jornada
O perigo mora aí

Quem fez o alerta foi um importante dirigente empresarial francês, conhecedor profundo dos efeitos práticos da medida em seu país. A França, há mais de duas décadas, adotou a jornada semanal de 35 horas com a promessa de gerar mais empregos, melhorar a qualidade de vida e dinamizar a economia. O resultado, no entanto, foi bem diferente do imaginado.
Segundo ele, “na França, foi um desastre”. A medida, embora popular à época, acabou comprometendo a competitividade das empresas, elevando custos, diminuindo a flexibilidade produtiva e, em muitos casos, prejudicando justamente os trabalhadores que se pretendia beneficiar. O país passou anos tentando mitigar os efeitos negativos, recorrendo a exceções, flexibilizações e ajustes.
Bom dia a cavalo

Renan Calheiros disse que a tentativa de embaraçar investigações é “uma fantasia”, chamou o magistrado que autorizou uma operação de “juizeco”. É lamentável que isso aconteça em um espetáculo com a participação de alguém, que não tem se comportado como ministro e sim como polícia”, disse Calheiros de maneira irritada. E completou: “Lamento que o ministro Alexandre de Moraes, tenha se portado sempre como não devia: dando bom dia a cavalo”
Calma, gente! A declaração foi em 2016 e Moraes era ministro da Justiça do presidente Michel Temer.







