• Home
  • Quem Somos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
No Result
View All Result
  • Painel Brasil/Mundo
  • Alagoas
  • Opinião
  • Pílulas do Pedro
  • Arquivo Político
  • Política é uma Piada
  • Coluna Pedro Oliveira
Resumo Político
  • Home
  • Quem Somos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
No Result
View All Result
Resumo Político
No Result
View All Result
Home Sem categoria
“Não sou homem de trocar cargo por silêncio”, diz Ramos

“Não sou homem de trocar cargo por silêncio”, diz Ramos

resumopolitico by resumopolitico
23 de maio de 2022
in Sem categoria
0
2
SHARES
9
VIEWS
CompartilheEntre em contato

Deputado perderá cargo de vice-presidente da Câmara; Arthur Lira deve convocar novas eleições para direção da Casa
O deputado Marcelo Ramos (PSD-AM) afirmou nesta 2ª feira (23.mai.2022) que a decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de destituí-lo da vice-presidência da Casa é um gesto “ilegal, arbitrário e antidemocrático”. Ele disse ainda que não irá deixar de criticar o governo de Jair Bolsonaro (PL) para se manter no posto.

“Alguns achavam que me chantageavam quando sugeriram meu silêncio nas críticas ao presidente e na defesa do Amazonas para que não me retirassem da vice-presidência da Câmara em um gesto ilegal, arbitrário e antidemocrático”, escreveu em seu Twitter. “Eu não sou homem de trocar cargo por silêncio”, completou.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Alexandre de Moraes reconsiderou uma decisão que havia dado em abril a favor de Ramos.

Moraes, por meio da Justiça Eleitoral, havia determinado que o congressista poderia continuar a ser o vice-presidente da Câmara, embora tivesse sido eleito para o cargo pelo PL, seu antigo partido. Agora, isso está revogado.

Como consequência, Lira e a Mesa Diretora devem publicar um ato definindo que há 3 vagas abertas no comando da Câmara: a de Marcelo Ramos e as das deputadas Marília Arraes (Solidariedade-PE) e Rose Modesto (União-MS), que ocupam as 2ª e 3ª secretárias, respectivamente. Ambas também trocaram de partido desde que foram eleitas para a Mesa Diretora. Arraes saiu do PT e Modesto, do PSDB.

Ao Poder360, Ramos afirmou que o movimento para tirá-lo da Mesa Diretora “é o momento mais triste da história do Parlamento brasileiro” e que, nem mesmo na ditadura militar algo semelhante foi feito. O deputado também atribui a articulação feita por Lira a um “desejo de servir ao presidente da República”.

“Se ele [Lira] tomar a decisão de me afastar da Mesa Diretora, Lira estará escrevendo o momento mais triste da história do Parlamento brasileiro. Não vivemos isso nem na ditadura militar. Naquela época, os militares cassaram os mandatos dos deputados. Neste caso, seria a própria Câmara a cassar o cargo. É muito desejo de servir ao presidente da República”, disse.

O cargo de Ramos começou a ser cobrado pelo PL depois que o deputado intensificou as críticas a Bolsonaro, principalmente em relação ao decreto presidencial que reduziu alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Ele e outros congressistas do Amazonas recorreram ao STF e conseguiram suspender o trecho que atingia produtos da Zona Franca de Manaus. A decisão, proferida por Moraes, foi entendida pelo governo como uma derrota.

“A vice-presidência da Câmara não vale minha omissão aos ataques do governo federal a ZFM, que atingem os empregos dos amazonenses, as escolas dos amazonenses, os hospitais dos amazonenses, a Universidade do Estado do Amazonas, os recursos destinados ao interior do Amazonas”, escreveu.

Ramos saiu do PL em dezembro, logo depois que o presidente Jair Bolsonaro passou a integrar a legenda. Ao assinar sua desfiliação, ele obteve uma carta do presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, que o autorizava a permanecer na Mesa Diretora. O deputado filiou-se ao PSD em fevereiro e, de lá para cá, tem aumentado suas críticas a Bolsonaro e se aproximado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O regimento interno da Casa determina que ao mudar de legenda partidária o congressista perde o cargo na Mesa Diretora e a vaga é preenchida depois de nova eleição. Em 2016, porém, havia sido determinado pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha (PTB-RJ), que o termo “legenda partidária” poderia ser interpretado como “partido ou bloco parlamentar”. De acordo com este entendimento, Ramos estaria autorizado a permanecer no cargo porque o PSD e o PL integram o mesmo bloco.

Agora, caso Ramos, outro político ou partido pretenda apresentar uma contestação à decisão de Moraes, caberá ao STF decidir. Segundo a Constituição, compete ao Supremo analisar pedidos envolvendo atos das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado.

Fonte: Poder 360

 

Post Anterior

Criada há 90 anos, Justiça Eleitoral pôs fim a tradição de fraude nas votações do Brasil!

Próximo Post

Governo federal revoga decretos de enfrentamento à pandemia

resumopolitico

resumopolitico

Próximo Post
Governo federal revoga decretos de enfrentamento à pandemia

Governo federal revoga decretos de enfrentamento à pandemia

Alagoas precisa qualificar 58 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025

Alagoas precisa qualificar 58 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025

Pesquisa por ‘São João de Maceió’ dispara no Twitter após divulgação de atrações

Pesquisa por ‘São João de Maceió’ dispara no Twitter após divulgação de atrações

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias Populares

  • Escala 6×1: entre o direito legítimo e o oportunismo eleitoral

    “Raízes do Tempo, Luz da Vida”

    2 compartilhados
    Compartilhados 1 Tweet 1
  • Coluna Pedro Oliveira

    4 compartilhados
    Compartilhados 2 Tweet 1
  • A Ditadura da Burrice

    4 compartilhados
    Compartilhados 2 Tweet 1
  • 21° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana 2024. Entrega do Troféu Ronald Mendonça

    2 compartilhados
    Compartilhados 1 Tweet 1
  • Arquivo Público de Alagoas participa da 11ª Bienal do Livro com estande interativo

    2 compartilhados
    Compartilhados 1 Tweet 1

Curta nossa Página

logoresumo

Atuando na imprensa brasileira por mais de 50 anos o jornalista PEDRO OLIVEIRA, cronista político respeitado por suas opiniões independentes e sua atuação sistemática em defesa da moralidade e da legalidade no campo da gestão pública é o editor principal deste blog de notícias.

Escala 6×1: entre o direito legítimo e o oportunismo eleitoral

“Raízes do Tempo, Luz da Vida”

13 de abril de 2026
0
10

Para José Wanderley Há homens que o tempo não envelhece apenas ilumina. José Wanderley é um desses raros exemplos. Ao...

Descomplicando o diagnóstico com Raio X

Leia amanhã: os insistentes endividamentos do governo e o risco de mascarar o PIB

10 de abril de 2026
0
4

Há números que iluminam. Há números que escondem. E há aqueles que fazem as duas coisas ao mesmo tempo. O...

CONTATO RESUMO POLÍTICO:

Email: comercial@resumopolitico.com.br
Telefone: (82) 99904-7892
Endereço: Av. Fernandes Lima, 1513 – Sala 504 – Pinheiro

CEP: 57.054-450
Expediente Jornalístico:
Jornalista Responsável: 
Pedro Duarte de Oliveira

Analista Técnico: Manoel Rocha
Comercial:  Edgenes Vital – (82) 98703-0216

Administrativo: Wellington Moreira –  (82) 99904-7892
Expediente: 8h às 12h e das 14h às 18h.

© 2025 Resumo Político – desenvolvido por Neto Rocha (82) 99321-0509.

No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Alagoas
  • Painel Brasil/Mundo
  • Arquivo Político
  • Coluna Pedro Oliveira
  • Opinião
  • Pílulas do Pedro
  • Política é uma Piada

© 2025 Resumo Político - desenvolvido por Neto Rocha (82) 99321-0509.

Login to your account below

Forgotten Password?

Fill the forms bellow to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Fale Conosco

Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito. Política de Privacidade
...