A falta de opções verdadeiras nas urnas, tem levado o eleitor a um beco sem saída: votar por exclusão, não por convicção. Quando a democracia oferece poucos nomes e muitos vícios, o voto deixa de ser um ato de esperança e se torna uma escolha entre o “menos pior”.
Leia amanhã: os insistentes endividamentos do governo e o risco de mascarar o PIB
Há números que iluminam. Há números que escondem. E há aqueles que fazem as duas coisas ao mesmo tempo. O...






