A falta de opções verdadeiras nas urnas, tem levado o eleitor a um beco sem saída: votar por exclusão, não por convicção. Quando a democracia oferece poucos nomes e muitos vícios, o voto deixa de ser um ato de esperança e se torna uma escolha entre o “menos pior”.
OS AMIGOS VERDADEIROS
Desde criança aprendemos o valor da verdadeira amizade. Na escola, na rua onde moramos começamos a procurar pessoas que nos...







