Joaquim Barbosa que se cuide.

Se não decolar nas pesquisas e no discurso político, pode ser “rifado” da disputa sem aviso prévio. Esse é o estilo de João Caldas de fazer política: pragmatismo absoluto, sem apego e sem sentimentalismo eleitoral.
A troca abrupta de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa mostrou que, no tabuleiro do DC, candidatura tem prazo de validade e depende exclusivamente de viabilidade política e eleitoral.
Esse é o estilo controvertido de fazer política do “grito do campo”.
Consolidando liderança

O jovem Guilherme Lopes surge como a grande promessa de campeão de votos não apenas em Penedo, sua terra natal, mas em todo o Baixo São Francisco, região que há muito tempo carece de uma liderança verdadeiramente comprometida com o interesse público.
Líder nato, Guilherme carrega consigo o DNA político de Hélio Lopes e Ronaldo Lopes, aliados à juventude, disposição para o diálogo e visão de futuro. Seu crescimento político já desperta atenção em toda a região e pode representar o surgimento de uma nova geração de líderes no cenário alagoano.
Palmeira abandonada

Palmeira dos Índios pode hoje ser considerada uma das cidades do interior de Alagoas com os piores índices de desenvolvimento e qualidade de vida. Foram oito anos de retrocesso administrativo sob a gestão caótica do ex-prefeito e radialista Júlio Silva, marcados por promessas não cumpridas, desorganização e abandono de áreas essenciais.
Agora, na continuidade da mesma estrutura política, a gestão da tia Júlia, consegue ser ainda pior. A cidade enfrenta problemas crônicos de infraestrutura, serviços públicos fragilizados, falta de perspectivas econômicas e um sentimento crescente de desesperança entre os moradores.
Heloísa Helena, a guardiã

Deputada pelo Rio de Janeiro, já encerrando seu mandato com o retorno do deputado afastado Glauber Braga, Heloísa Helena fez bonito e mostrou ser diferente no plenário e nos corredores do Congresso Nacional.
Não deu trégua nem para bolsonaristas, nem para lulistas. Quebrou o pau, denunciou, enfrentou interesses e esculachou poderosos em nome da moralidade pública, da ética e da cidadania que sempre carregou em sua trajetória política.
Os seis meses de atuação certamente ficarão registrados na história recente da Câmara dos Deputados. E há quem aposte que, na próxima eleição, o Rio de Janeiro poderá mandá-la de volta em definitivo para representar, com coragem e autenticidade, o controverso ambiente político carioca.
Com vara curta

O velho senador Renan Calheiros, já próximo do encerramento de uma das trajetórias mais conturbadas da política brasileira, parece não ter aprendido com o tempo. Resolveu atacar nas redes sociais o ex-prefeito JHC com acusações sem comprovação e acabou levando uma resposta rápida da Justiça Eleitoral, que determinou a retirada da postagem considerada falsa. E a história pode não parar por aí: o senador ainda corre o risco de sofrer punições judiciais pelo conteúdo divulgado.
Mas o que parecia apenas mais uma provocação política ganhou novos contornos quando a senadora Dra. Eudócia ocupou a tribuna para reagir. Em tom duro, acusou Renan de envolvimento em esquemas financeiros com bancos e empresas, afirmando possuir provas das articulações clandestinas do veterano parlamentar.
No popular: cutucou o cão com vara curta.
Candidato cacifado

Alfredo Gaspar de Mendonça consolidou-se como um dos nomes mais fortes da política alagoana na atualidade. Nos bastidores, a avaliação predominante é que será um dos mais votados para o cargo que disputar
Mas o consenso entre muitos observadores é outro: independentemente do cargo que disputar em 2026, Alfredo Gaspar tende a sair da eleição ainda mais fortalecido politicamente, consolidando-se como o nome mais competitivo para a disputa da Prefeitura de Maceió em 2028.







