No sábado, costumo e gosto de ir à feira livre, ver a ” procissão do balaio ” como também é conhecida.
Gosto de andar entre bancas, conversar com os pequenos comerciantes, da cidade e da zona rural.
Cada banca de feira, onde seus produtos estão expostos para o comércio, tem um pequeno empresário. São homens e mulheres ganhando a vida honestamente, sou admirador deles. Inclusive, já fui um deles, na minha adolescência ( quando fiquei órfão de pai com apenas 11 anos, fui vender produtos nas feiras para me sustentar e também a minha família).
Talvez tenha adquirido o hábito de gostar e andar nas feiras porque já fui um feirante.
Vou para a feira cedo; primeiro porque gosto de acordar cedo, e, porque logo cedo os produtos ainda estão sem a manipulação do consumidor que tem o costume de pegar, antes de comprar. Nunca entendi esse costume. Fico olhando nos açougues o vai e vem das mãos no pedaço de carne exposto à disposição do consumidor.
Quem vai cedo, sempre compra o melhor produto. Gosto também do vai e vem das pessoas ( do vuque, vuque) gente da cidade e da zona rural se encontrando, uma festa, que pra mim é interessante; gosto das comidas típicas: sarapatel; boi, bode, galinha ( guisada e assada) uma incrível variedades de frutas da região, além de que, quem acorda cedo, tem o prazer de usufruir do melhor clima da cidade e ultimamente Palmeira se transformou na terra da garoa.
É um friozinho gostoso. Palmeira minha grande paixão!!
Hoje, já fui e pude apreciar o melhor guisado de carneiro com cuscuz e macacheira.
Francisco de França – Advogado







